História do Partido de Representação Popular.: "Mosaico de D. Carmela Salgado restaurado pela Açã...: Em fevereiro de 2014 publiquei uma postagem no blog Populista sobre a Ação Social do Planalto - ASP e o seu imponente mosaico que se encont...
Integralismo e História
Como muito apropriadamente sentenciou o Historiógrafo e nosso Companheiro, o Prof. Pimentel da Silva, "estamos cansados desses marxistas travestidos de Historiadores". Assim, a finalidade deste Blog é colocar a disposição do Povo Brasileiro a verdadeira História do Movimento Integralista, inclusive, com a fiel transcrição de Documentos Integralistas, quase sempre sonegados ou reproduzidos parcialmente ou adulterados cinicamente pelos pseudo-Historiadores. Além disso, aqui também serão expostos a Filosofia e o Método Integralistas da História. E, ainda, publicar-se-ão relatos sobre a História do Brasil e do Mundo, de Autores Integralistas.
Pelo Bem do Brasil!
Anauê!
Pelo Bem do Brasil!
Anauê!
domingo, 29 de junho de 2014
sexta-feira, 23 de maio de 2014
O Escandaloso Caso da Ucrânia
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| Estátua de Lênine sendo destruída em Kiev |
Esclarecimento
Necessário: Diante da brutal agressão de que está sendo vítima a Ucrânia, muitos
Integralistas têm manifestado seu apoio à Nação Ucraniana, mantendo assim a
coerência histórica do nosso Movimento que, pela Palavra Autorizada do Chefe
Nacional, já em 1961, pugnava pela libertação da Ucrânia do jugo russo. Aos interessados em
conhecer melhor a situação política atual da Ucrânia recomendamos a leitura do
seguinte Artigo publicado no Portal Oficial do Integralismo: O Conflito entre a Rússia e a Ucrânia.
Plínio Salgado
Sessão de 24 de Julho de 1961.
O SR. PLÍNIO SALGADO – Sr.
Presidente, Srs. Deputados, a colônia ucraniana do Estado do Paraná constitui,
entre outras correntes imigratórias, uma considerável força propulsora do
progresso daquele Estado. Além de inteligentes e trabalhadores, os filhos dessa
nação trouxeram para nosso País um sólido critério moral decorrente de sua
concepção religiosa da vida.
O assunto que me traz à tribuna na
véspera do Dia do Colono, que se celebra amanhã, sendo de caráter internacional,
envolve um interesse brasileiro e, particularmente, um interesse do Estado que
represento nesta Casa. (1)
Trata-se do seguinte:
Os expoentes legítimos de todas as
organizações políticas da Ucrânia Livre, refugiados no Mundo ocidental, representando
as correntes ideológicas e partidárias do povo ucraniano, hoje submetido, na
sua terra, ao regime colonial russo, dirigiram à ONU um memorial que constitui
o mais clamante documento dos anseios de autodeterminação dos povos esmagados
pelo colonialismo russo.
O memorial é datado de 22 de janeiro
deste ano, aniversário da independência ucraniana, e está concebido nos termos
que vou ler:
“Senhor Secretário-Geral
da Organização das Nações Unidas, durante os últimos anos, os povos de vários
continentes conquistaram a sua liberdade e constituíram os seus Estados livres
e independentes. Estes povos, encontrando dificuldades na conquista ou na
consolidação da sua independência, dirigiram-se à ONU, obtendo dela um auxílio
moral e material.
A tese da “liberdade
individual” e a da “autodeterminação” conseguiram o reconhecimento de todo o mundo
livre.
Esta tese e este ideal,
entretanto, estão sendo hoje negados e violados pelas práticas do bolchevismo
russo contra o povo ucraniano e outras nações subjugadas por Moscou.
Um estado independente
ucraniano existiu nos séculos IX e XIV sob a forma de Principado e de
Grão-Ducado de Kyiu. No século XVII esta organização ressurgiu na forma do
Estado dos cossacos ucranianos, o qual, destruído no Século XVIII, reapareceu
em resultado das lutas armadas do povo ucraniano nos anos de 1917 a 1921, pela promulgação
de 22 de janeiro de 1918, como República Nacional Ucraniana.
A soberania desta
República foi reconhecida de jure e de facto por numerosas nações, inclusive
a própria Rússia Soviética.
Esta República Ucraniana
tornou-se objeto de agressão por parte dos bolchevistas russos, com ataques
simultâneos de seus vizinhos ocidentais. Na defesa da soberania da Ucrânia que existiu
como Estrado independente até 1921, tombaram nos campos de batalha centenas de
milhares de soldados ucranianos. Os agressores, porém, superaram militarmente a
Ucrânia e privaram o seu povo da sua independência.
A República Ucraniana
encontrou-se no âmbito do poder de Moscou, que a transformou a seu modo e a
incluiu, pela força, na União das repúblicas Socialistas Soviéticas.
A nação ucraniana, desde
o momento que foi privada de sua soberania e submetida a Moscou, opõe até hoje
ao invasor a sua resistência ativa e passiva. Estas lutas pela sua libertação
custaram ao povo ucraniano muitos milhões de vidas.
Para quebrar a
resistência ao povo ucraniano, os bolchevistas promoveram em 1933, no país
esmagado e escravizado, a famosa “fome artificial” em resultado da qual
morreram outros milhões de ucranianos.
Em 1947, a URSS e os
governos comunistas da Polônia e da Tcheco-Eslováquia concluíram um tratado
militar especial para o combate das forças ucranianas de resistência, que
constituíam o Exército Insurrecto Ucraniano.
O invasor moscovita
privou o povo ucraniano não só da sua independência, dos seus direitos nacionais
e políticos, das possibilidades de seu desenvolvimento cultural e espiritual,
mas, até da sua liberdade religiosa. Foram destruídas as igrejas tanto
católicas como ortodoxas. A hierarquia superior dessas igrejas e a maior parte
dos seus sacerdotes foram assassinados ou deportados para os campos de trabalho
forçado.
Os métodos que os
bolchevistas russos aplicavam para com a Ucrânia, tão apegada à sua liberdade,
indicam os movimentos populares e os levantes ainda recentemente esmagados,
indicam as revoltas dos condenados ucranianos nos campos soviéticos de trabalhos
escravos, indicam os meios pelos quais foi vencido o levante húngaro em 1956.
O imperialismo russo
submeteu ao seu domínio muitos povos. Todos eles se tornaram vítimas de
violências, quer as de repressão política, quer as da repressão às religiões.
Alguns desses povos foram completamente exterminados, constituindo esse
massacre um genocídio total.
O imperialismo moscovita
é o maior dos perigos para todos os povos livres. Este perigo só pode ser
afastado pela abolição do império russo-bolchevista e pela libertação das
nações por ele subjugadas. Entre estas está a Ucrânia.
O Império Russo, criado
pelo Czar Pedro I, após a eliminação da Ucrânia tornou-se uma ameaça permanente
ao mundo livre.
Nos dias atuais de
libertação dos povos, nos dias de anticolonialismo a existência desse império
cruel não tem justificação alguma. É uma aberração, contrária aos princípios
essenciais do mundo culto.
Os abaixo assinados,
representantes das agremiações políticas ucranianas, ora exilados na qualidade
de porta-vozes legítimos do povo ucraniano, hoje privado pelo totalitarismo
moscovita de se manifestar livremente, dirigem-se à Organização das Nações
Unidas e a todos os povos livres, com o apelo no sentido de:
Colocar a questão da
libertação da Ucrânia da dominação russa no foro da ONU, incluindo este caso na
ordem do dia da próxima Assembleia Geral, por ocasião da discussão do problema
do colonialismo em geral.
Seguem-se as assinaturas dos representantes de dez
agremiações e partidos políticos ucranianos, ora em exílio.”
Sr. Presidente, Srs. Deputados, no
momento em que o chefe da Missão Soviética em nosso País, em entrevista à
imprensa, formula votos para que os povos sejam livres, no instante em que se
desencadeia tão boa campanha pela autodeterminação dos povos, conforme diz a
mensagem de Kruschev ao Presidente Jânio Quadros, esse requerimento em forma de
mensagem e apelo à ONU tem na sua expressão dramática um senso de oportunidade
extraordinário.
Solidário com os ucranianos do Paraná
e com todos os do mundo, e tendo em vista as amistosas relações do Poder
Executivo brasileiro com o Soviét. Supremo, ocorre-lhe, secundando o doloroso
gemido que ressoa no desesperado apelo à ONU, solicitar ao Senhor Presidente da
República a sua valiosa intervenção junto a Kruschev pedindo ao imperador de
todas as Rússias a libertação das Ucrânia que está em armas desde 1918 lutando
pela sua independência. (Muito bem; muito bem! Palmas. O orador é cumprimentado),
SALGADO, Plínio. Perfis
Parlamentares. Brasília: Câmara dos Deputados, 1982. Transcrito
integralmente das páginas 392, 393 e 394.
Nota do
Blog:
(1) Plínio
Salgado era então Deputado Federal pelo Estado do Paraná.
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
INTEGRALISTAS NÃO CANTAM A Segunda PARTE DO HINO NACIONAL BRASILEIRO
Por que não cantamos a segunda parte, se me parece ser
a melhor em nível poético e de ânimo?
O Integralismo trata com respeito
profundo o nosso Hino Nacional. Assim, na segunda Parte continuamos perfilados
até o término, mas, não a cantamos.
Está nos Protocolos e Rituais da
AIB e nos 30 anos que estou no Movimento sempre os Companheiros seguiram tal
regra.
Não cantamos a segunda parte do
Hino Nacional por não concordarmos com a presença do termo “Deitado” em uma das máximas nacionais que é o Hino
Nacional, ao qual deve exaltar seu povo e sua pátria e não utilizar de palavras que denigrem ou desrespeitem a
mesma.
Segundo sabe-se por fontes
integralistas que pertenceram ao PRP, o próprio Plínio Salgado chegou a cogitar
um projeto de lei que infelizmente não sabemos se chegou a ser apresentado. O Chefe
Nacional Plínio Salgado, tinha esta proposta para mudar a letra para:
"De
pé altivamente em gesto esplêndido".
Substituindo o:
“Deitado
eternamente em berço esplêndido.”
Não mudaria em nada a métrica e a
letra ganharia um novo sentido, mais coerente como deve ser a postura de um
verdadeiro patriota. A mudança retiraria
as palavras desmerecedoras “Deitado
eternamente”, para “De pé
altivamente”, o que com toda certeza faria uma grande diferença tanto
para quem canta, como para quem ouvi a letra.
Mas
pelo que se sabe já era costume na AIB, os integralistas não cantarem esta
parte do hino em meados dos anos da década de 30.
Anauê!
02/02/2013
Leandro Claudir, é
Acadêmico de História pela Universidade Luterana do Brasil, Técnico em
Informática pela QI Escolas e Faculdades. Habilitado em Liderança de Círculos
de Controle de Qualidade Empresarial pelo Sesi. Criador e Administrador do Projeto
Construindo História Hoje.
domingo, 4 de março de 2012
Quarto Congresso Nacional do Integralismo: SUCESSO!
Realizado com absoluto sucesso o IV Congresso Nacional da FIB: http://osigmareluzente.blogspot.com/2012/02/realizado-com-sucesso-o-iv-congresso.htm
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Quarto Congresso Nacional do Integralismo
As inscrições para o IV Congresso Nacional já estão abertas, para participar do evento realize sua inscrição através do formulário disponível no link abaixo:
Participem!
Pelo Bem do Brasil!
Anauê!
domingo, 2 de outubro de 2011
O Integralismo e o Hitlerismo na Colônia
Companheiros.
A seguir transcrevo na íntegra “O Integralismo e o Hitlerismo na Colônia”, um documento de real valor histórico, pois, revela as verdadeiras relações entre o Integralismo e o n.-socialismo.
Pelo Bem do Brasil!
Anauê!
Sérgio de Vasconcellos.
O Integralismo e o Hitlerismo na Colônia
Mario F. de Medeiros
A “COLÔNIA” ALEMÃ
Que é a “colônia” alemã?
Milhares de homens, atirados dentro do país, conhecendo o governo somente através das eleições, tempo em que fornecem os votos necessários para a defesa das oligarquias políticas, e conhecendo o governo, mais uma vez, na época de arrecadação dos impostos, falando um dialeto esquisito, que não é português, e, também, não é alemão, vivendo uma vida completamente à parte do povo brasileiro, com imprensa própria, com uma grande série de costumes particulares, a “colônia” de origem alemã, do sul do Brasil, chama a atenção dos mais curiosos observadores dos fatos sociais.
CONSCIÊNCIA DE NACIONALIDADE
Fato impossível de negar é o rigor com que os velhos “colonos” defendem a consciência de nacionalidade alemã, dos seus remotos ascendentes germânicos.
Lado a lado com ele, lutando contra ele, combatendo-o, opondo-se à sua ação dispersiva, outro acontecimento prende a curiosidade dos mais atenciosos observadores.
Existe uma forte corrente de indivíduos que residem no seio da “colônia” e que, no entanto, consideram-se brasileiros.
Dentro da “colônia” pois, encontramos duas mentalidades em choque: a dos “colonos” que se julgam alemães, e a dos “colonos” que somente amam o Brasil.
Os velhos “colonos” não podem concordar com as novas tentativas das gerações que lhes vão sucedendo. Por sua vez, os “colonos” brasileiros não admitem que os chamem de alemães. Eis a grande luta que deflagra em todos os setores de vida da zona colonial alemã. Basta que se diga que esta luta foi levada ao próprio seio da Igreja Protestante Alemã e que, em razão dela, o pastor Seifert fundou uma Igreja Brasileira, para combater as tendências germanizantes do grêmio religioso a que ela pertencia.
INTEGRALISMO E HITLERISMO
Penetrando o ambiente colonial, o Integralismo foi conquistando, rapidamente, o coração e a Inteligência de todos aqueles que se julgavam brasileiros, enquanto a propaganda racista do hitlerismo apaixonava os velhos colonos que se diziam alemães.
Eis, porque, homens como o Dr. Wolfram Metzleer vêm no hitlerismo, um dos maiores inimigos do movimento integralista, dentro da zona colonial.
Tudo acontece bem ao contrario do que espalham as agencias telegráficas e os jornais que nos combatem. O Integralismo não encontra nenhum apoio no hitlerismo. Pelo contrario, é combatido por ele.
(Da “Revolução”)
Transcrito das págs. 57 e 58 da Revista “Panorama – Coletânea do Pensamento Novo” – São Paulo – Ano I – Julho de 1936 – Nº7 – 64 págs.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Herói e desbravador, João Ribeiro de Barros completaria 111 anos.
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| Jornal "A Offensiva", Nº 66, 17 de Agosto de 1935, Anno II - Pág.1 |
Jorge Figueira*
Muitas personalidades da história do Brasil tiveram a oportunidade de envergar a Camisa-Verde Integralista nos anos 30, porém, pouco é escrito sobre esses heróicos Integralistas, que acabaram tendo essa importante passagem política pelas fileiras Integralistas apagadas de suas biografias. Entre essas figuras impares está o aviador natural da cidade de Jaú – SP, João Ribeiro de Barros (1900 – 1947), que no mês de abril completaria 111 anos.
Com um grupo de companheiros foi um dos principais desbravadores da travessia aérea do Atlântico Sul, ocorrida em 1927, a bordo do hidroavião Jahú. Sem financiamento do Governo Federal, que declarava a empreitada impossível, e enfrentando sabotadores, João Ribeiro de Barros se desfez dos seus próprios recursos pessoais e iniciou sua viajem sem escala na ilha de Santiago, Cabo Verde, pousando triunfante na enseada norte de Fernando de Noronha, Brasil.
Com um grupo de companheiros foi um dos principais desbravadores da travessia aérea do Atlântico Sul, ocorrida em 1927, a bordo do hidroavião Jahú. Sem financiamento do Governo Federal, que declarava a empreitada impossível, e enfrentando sabotadores, João Ribeiro de Barros se desfez dos seus próprios recursos pessoais e iniciou sua viajem sem escala na ilha de Santiago, Cabo Verde, pousando triunfante na enseada norte de Fernando de Noronha, Brasil.
Nos anos 30, durante a Revolução Constitucionalista, participou como voluntário do conflito, doando todo o ouro que possuía, inclusive medalhas e troféus recebidas pelas suas façanhas como piloto para campanha “Doe Ouro para o bem de São Paulo”. Teve um dos seus aviões confiscado pelo Governo Federal, momentos antes de decolar, e foi preso pela policia política do ditador Getulio Vargas acusado de editar um jornal clandestino, logo foi posto em liberdade por falta de provas.
Mesmo realizando façanhas inéditas, sem nenhum tipo de apoio, João Ribeiro de Barroso conquistou títulos, prêmios e homenagens Nacionais e Internacionais, porém seu reconhecimento como Herói Nacional pelo Governo Federal só ocorreu na década de 70 quando foi finalmente foi erguido um monumento em sua homenagem no Município onde nasceu, sendo assim finalmente colocada em destaque sua figura no Panteon Nacional, lembrando para a população que não existem triunfos impossíveis.
* ∑ - Rio de Janeiro - RJ. Publicitário.
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